Team Film ou Team Book?

Acho que todo mundo já viu aqueles posts “existe dois tipos de pessoas”. Por isso, decidi mostrar que, às vezes, tem um bem no meio que as pessoas não veem. Vamos falar de livros e filmes; suas semelhanças e diferenças e as falhas nas duas versões.

Mais especificamente do livro Cujo do Stephen King. Publicado em 1981, e adaptado para as telas do cinema em 1983, Cujo conta a histórias paralelas de duas famílias, os Trenton e os Camber. Na trama, os Camber possuem um São Bernardo, que dá o nome à obra, que perseguindo um coelho acaba contraindo raiva. Enquanto isso do outro lado da cidade, os Trenton enfrentam uma crise no casamento e seu filho é assustado todas as noites pelo fantasma do mostro que vive em seu armário e se diz fantasma de um assassino em série da cidade de Castle Rock (lugar onde tudo acontece). Os caminhos dessas duas famílias se cruzam quando Vic Trenton tem que fazer uma viagem de negócios para tentar evitar a falência da sua empresa e sua esposa, Donna, tem que levar o carro até Joe Camber para um conserto.

Enquanto isso, a Sra. Camber resolve passar uma semana com o filho na cada da irmã, fora da cidade. Nisso, Joe Camber ver a oportunidade de ir até Boston se divertir. Tudo resulta com Donna Trenton e seu filho presos dentro do carro no terreno dos Camber e um cão raivoso e assassino esperando para fazê-los de vítimas.

Redigido em apenas um capítulo, a leitura não se compara em nada a assistir ao filme. No livro você sente o desespero dos personagens. No filme, tudo, que se passa em um período de uma semana, são resumidos em 90 minutos. Não tem o aprofundamento necessário para entender o terror. E, como todos sabem, King é o rei (literalmente) do terror. Nos livros que não possuem nada de sobrenatural, ou alienígena, ou de outras dimensões, o terror psicológico está presente nos sutis detalhes, nas entrelinhas.

Defendendo o filme, o roteiro foi bem adaptado (tirando o final que, além de cortarem algumas coisas, foi modificado em um dos pontos principais), claro que com algumas limitações. Sem a necessidade de efeitos especial de última geração, o filme foi bem produzido para a época. Todavia, como It, a coisa ganhou uma nova adaptação 27 anos depois da original, Cujo poderia ganhar uma também.

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O livro, recentemente, foi relançado pela Editora Suma das Letras em 2016 como parte da Biblioteca Stephen King. Nova capa em baixo relevo e conteúdo extra fazem parte da edição. É possível encontrar o livro na nova edição em todas as livrarias entre R$ 30 e 50.

Resumo da ópera: pessoas que gostam do filme, leiam o livro que vale a pena sim; pessoas que preferem o livro, vamos torcer que nessa onda de novas adaptações das obras do King, cujo esteja na lista.

Deixa aqui nos comentários o que você prefere: o livro ou o filme, ou ambos ou nenhum? Lembraram de algum livro e filme que merecem uma nova chance nos cinemas? Comenta aqui também!

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Criador e Hoster do DaveCAST, estudante no SENAI, cristão reformado, crítico de trailers, odiador de burocratas e mestre de Role-Playing Jogo nas horas vagas.

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