Crítica | Atômica (2017)

Não confie em ninguém, pois Charlize Theron chega detonando tudo em um dos melhores filmes de ação de 2017, com ótimas coreografias lideradas pelo diretor David Leitch, co-diretor de John Wick: De Volta ao Jogo, o diretor mostra que seus anos na carreira de duble o prepararam muito bem e que aqui assim como em De Volta ao Jogo as lutas são intensas e muito bem coreografadas.

História: Lorraine Broughton (Charlize Theron), uma agente disfarçada do MI6, é enviada para Berlim durante a Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Ao lado de David Percival (James McAvoy), chefe da localidade, a assassina brutal usará todas as suas habilidades nesse confronto de espiões.                                               

Durante o filme, Lorraine (Charlize Theron) apanha e bate muito, e todo o peso de cada golpe influencia toda a continuidade da luta, sendo muito bem sentidos por Lorraine e todos os envolvidos nas lutas, a ponto que em determinados momentos as lutas se segue com os lutadores se arrastando no chão. Outro ponto interessante nas lutas é o uso dos objetos espalhados no cenário: mangueiras, telefones, garrafas nada escapa durante as lutas.

A trilha sonora funciona perfeitamente no filme com algumas músicas ligadas as cenas, nós temos Queen com KillerQueen, David Bowie com Cat People (Putting out Fire), The Clash com London Calling, George Michael com Father Figure, e muitos outros que funcionam muito bem durante o filme.

A fotografia do filme casa perfeitamente com a história, os tons de neon vermelho e azul completam essa Berlim suja e fria, e claro as cenas de ação muitas em plano sequência se destacam deixando as ainda mais impressionantes.

As atuações são outro ponto alto no filme, Charlize interpreta Lorraine muito bem te entregando a espia britânica durona que não tem medo de entrar nas lutas desarmada, James McAvoy interpreta David Percival um espião infiltrado em Berlim, exótico bem como James McAvoy vem mostrado cada vez mais o quão bem sabe interpretar esse tipo de personagem e também há Sofia Boutella interpretando a misteriosa agente francesa Delphine Lasalle cujo divide cenas de sensualidade ao lado de Charlize.

A trama o bom e velho jogo de verdades e mentiras dos filmes de espiões, assim como o superior de Lorraine, C (James Faulkner) diz logo no início do longa: “Não confie em ninguém”, a história do filme é simples e funciona bem com algumas reviravoltas durante o longa.

Atômica (Atomic Blonde nome original do longa), é um ótimo filme de ação com ótimas atuações e um roteiro simples, mas que no decorrer mostra-se reviravoltas que o incrementam ainda mais, entregando assim o prometido.

Nota: 8,5


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